Los Mundos Invisibles

Lugares magicos a descubrir

FORO SOCIAL GALEGO

Organizacións cívicas e sociais galegas, entre elas a Coordinadora Galega de ONGD, e varias ONGD integradas nela, como participantes no proceso do Foro Social Mundial dende Xaneiro de 2001, convocan a un acto cívico de movilización para expresar dende o noso país, a solidariedade coas principais reivindicacións do movemento antiglobalización.

Por esta razón, convocan a unha Asemblea de Movementos Sociais Galegos, así como a unha Feira de Asociacións (as organizacións interesadas en dispoñer dun espacio para amosar materiais, ideas ou o que consideren deben contactar antes do 15 de xaneiro con info@altermundo.org), para o día de mobilización e acción global que este ano sustitúe ó Foro Social Mundial centralizado.

O obxectivo desta Asemblea, escollida para manter o confronto co Foro Económico Mundial de Davos, encontro da elite neoliberal que acontece sempre no mes de xaneiro desa vila alpina, será o de iniciar a andaina necesaria cara un Foro Social Galego (FSG).
Data
: 26/01/2008
Provincia: A Coruña
Localidade: Santiago de Compostela
Axente
: Coordinadora Galega de ONGD
Lugar: Facultade de Xeografía e Historia
Horario:
11:30 h

As persoas ou organizacións que desexen integrarse neste proxecto, deberán dirixirse a: info@altermundo.org, paz@sgep.org, fgs@galizasempre.org.

MÁIS INFORMACIÓN:
Cara un Foro Social Galego
Materiais promocionais
O chamamento internacional
Sitio do FSM 2008
Sitio do Fórum Social Mundial

Diseño Sostenible*

¿Qué hacer con las cosas de las que no nos podemos deshacer? Por ejemplo, una señal de tráfico. O el retrovisor de un viejo coche. “Busco objetos abandonados para crear nuevas cosas funcionales, como lámparas, relojes o mesas. Mi intención no es la de cambiar la calidad del material o su carácter original, sino demostrar la constante, dinámica existencia de tales cosas”, declara en su web el diseñador neoyorquino Michael Whitney (www.michaelwhitney.com). Aunque no estén fabricados directamente con materiales reciclados, el de Michael Whitney es un ejemplo de cómo hacer que el mobiliario casero sea sostenible. Sigue dos de las reglas de oro: comprar muebles usados y comprar “local”. Los muebles de segunda mano no requieren manufactura adicional, y si se compran cerca del lugar de residencia se evita toda la emisión de CO2 de los diferentes transportes que se utilicen, y le dan una segunda vida original a objetos difíciles de tratar o de reciclar.

*Publicado en EL PAÍS

Networking Profesional (en españa)

Ya tengo mi perfil online en españa. Neurona, es una pagina web (semellante a Linkedin). La mejor forma de alcanzar tus objetivos personales y profesionales es relacionarte socialmente y cooperar con personas que compartan tus intereses. Leer más en http://www.neurona.com y se crees que te intezca date de alta.

Ser…humano


Uma ‘nova’ organização que nasce com um propósito de cumprir a promessa de Ser.

Site a visitar para mais informações:
www.serhumano.org

Arco-Íris Fraternal

“Entre Lisboa e Santiago, um abraço.”

A Bondade

“Não fazer mal a ninguém, nem, tampouco, a si mesmo.
Tornar todo mundo feliz e a si mesmo também.

Eis a bondade.”

Bertolt Brecht

¡Yo soy como tu!

Un nuevo año empieza y siempre suele decir “Nuevo año, vida nueva”. Pues yo empiezo por una reflexión sobre quien somos nosotros delante de los demás. Siempre suele decir que en las fiestas de Navidad y Nuevo Año, somos solidarios, miramos con más consciencia los que sufren, los que son diferentes de nosotros. Después el año pasa,y olvidamos de eses a quien regalamos con algo que no les haga olvidar que los queremos, que nos importan.
Busco no olvidar me, que el espirito que encierra la Navidad, que tiene que ver con compasión, con mirar el “otro” como uno de nosotros, sea algo siempre en mi presente.
Que el año de 2008, sea un paso más para una consciencia que los “otros” somos nosotros mirando nos al espejo.

WHO IS MILAREPA?


Eles estão doidos!*

A propósito deste artigo está a circular na net uma petição contra as novas medidas de higiene alimentar da A.S.A.E., que aconselho a todos, ler, subscrever e divulgar.

* por António Barreto (1)

A meia dúzia de lavradores que comercializam directamente os seus produtos e que sobreviveram aos centros comerciais ou às grandes superfícies vai agora ser eliminada sumariamente. Os proprietários de restaurantes caseiros que sobram, e vivem no mesmo prédio em que trabalham, preparam-se, depois da chegada da “fast food”, para fechar portas e mudar de vida. Os cozinheiros que faziam a domicílio pratos e “petiscos”, a fim de os vender no café ao lado e que resistiram a toneladas de batatas fritas e de gordura reciclada, podem rezar as últimas orações. Todos os que cozinhavam em casa e forneciam diariamente, aos cafés e restaurantes do bairro, sopas, doces, compotas, rissóis e croquetes, podem sonhar com outros negócios. Os artesãos que comercializam produtos confeccionados à sua maneira vão ser liquidados.

A solução final vem aí. Com a lei, as políticas, as polícias, os inspectores, os fiscais, a imprensa e a televisão. Ninguém, deste velho mundo, sobrará. Quem não quer funcionar como uma empresa, quem não usa os computadores tão generosamente distribuídos pelo país, quem não aceita as receitas harmonizadas, quem recusa fornecer-se de produtos e matérias-primas industriais e quem não quer ser igual a toda a gente está condenado. Estes exércitos de liquidação são poderosíssimos: têm Estado-maior em Bruxelas e regulam-se pelas directivas europeias elaboradas pelos mais qualificados cientistas do mundo; organizam-se no governo nacional, sob tutela carismática do Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho; e agem através do pessoal da ASAE, a organização mais falada e odiada do país, mas certamente a mais amada pelas multinacionais da gordura, pelo cartel da ração e pelos impérios do açúcar.

E não tenhamos dúvidas: um dia destes, as brigadas vêm, com estas regras, fiscalizar e ordenar as nossas casas. Para nosso bem, pois claro.

Em frente à faculdade onde dou aulas, há dois ou três cafés onde os estudantes, nos intervalos, bebem uns copos, conversam, namoram e jogam às cartas ou ao dominó. Acabou! É proibido jogar!
Nas esplanadas, a partir de Janeiro, é proibido beber café em chávenas de louça, ou vinho, águas, refrigerantes e cerveja em copos de vidro. Tem de ser em copos de plástico.
Vender, nas praias ou nas romarias, bolas de Berlim ou pastéis de nata que não sejam industriais e embalados? Proibido. Nas feiras e nos mercados, tanto em Lisboa e Porto, como em Vinhais ou Estremoz, os exércitos dos zeladores da nossa saúde e da nossa virtude fazem razias semanais e levam tudo quanto é artesanal: azeitonas, queijos, compotas, pão e enchidos. Na província, um restaurante artesanal é gerido por uma família que tem, ao lado, a sua horta, donde retira produtos como alfaces, feijão verde, coentros, galinhas e ovos? Acabou. É proibido.
Embrulhar castanhas assadas em papel de jornal? Proibido.
Trazer da terra, na estação, cerejas e morangos? Proibido.
Usar, na mesa do restaurante, um galheteiro para o azeite e o vinagre é proibido. Tem de ser garrafas especialmente preparadas. Vender, no seu restaurante, produtos da sua quinta, azeite e azeitonas, alfaces e tomate, ovos e queijos, acabou. Está proibido. Comprar um bolo-rei com fava e brinde porque os miúdos acham graça? Acabou. É proibido.
Ir a casa buscar duas folhas de alface, um prato de sopa e umas fatias de fiambre para servir uma refeição ligeira a um cliente apressado? Proibido.
Vender bolos, empadas, rissóis, merendas e croquetes caseiros é proibido. Só industriais.
É proibido ter pão congelado para uma emergência: só em arcas especiais e com fornos de descongelação especiais, aliás caríssimos. Servir areias, biscoitos, queijinhos de amêndoa e brigadeiros feitos pela vizinha, uma excelente cozinheira que faz isto há trinta anos? Proibido.

Nas esplanadas, a partir de Janeiro, é proibido beber café em chávenas de louça, ou vinho, águas, refrigerantes e cerveja em copos de vidro. Tem de ser em copos de plástico.
Vender, nas praias ou nas romarias, bolas de Berlim ou pastéis de nata que não sejam industriais e embalados? Proibido.

As regras, cujo não cumprimento leva a multas pesadas e ao encerramento do estabelecimento, são tantas que centenas de páginas não chegam para as descrever.
Nas prateleiras, diante das garrafas de Coca-Cola e de vinho tinto tem de haver etiquetas a dizer Coca-Cola e vinho tinto. Na cozinha, tem de haver uma faca de cor diferente para cada género.
Não pode haver cruzamento de circuitos e de géneros: não se pode cortar cebola na mesma mesa em que se fazem tostas mistas. No frigorífico, tem de haver sempre uma caixa com uma etiqueta “produto não válido”, mesmo que esteja vazia.
Cada vez que se corta uma fatia de fiambre ou de queijo para uma sanduíche, tem de se colar uma etiqueta e inscrever a data e a hora dessa operação.
Não se pode guardar pão para, ao fim de vários dias, fazer torradas ou açorda.
Aproveitar outras sobras para confeccionar rissóis ou croquetes? Proibido.
Flores naturais nas mesas ou no balcão? Proibido. Têm de ser de plástico, papel ou tecido.
Torneiras de abrir e fechar à mão, como sempre se fizeram? Proibido. As torneiras nas cozinhas devem ser de abrir ao pé, ao cotovelo ou com célula fotoeléctrica.
As temperaturas do ambiente, no café, têm de ser medidas duas vezes por dia e devidamente registadas.
As temperaturas dos frigoríficos e das arcas têm de ser medidas três vezes por dia, registadas em folhas especiais e assinadas pelo funcionário certificado.
Usar colheres de pau para cozinhar, tratar da sopa ou dos fritos? Proibido. Tem de ser de plástico ou de aço.
Cortar tomate, couve, batata e outros legumes? Sim, pode ser. Desde que seja com facas de cores diferentes, em locais apropriados das mesas e das bancas, tendo o cuidado de fazer sempre uma etiqueta com a data e a hora do corte.
O dono do restaurante vai de vez em quando abastecer-se aos mercados e leva o seu próprio carro para transportar uns queijos, uns pacotes de leite e uns ovos? Proibido. Tem de ser em carros refrigerados.

Tudo isto, como é evidente, para nosso bem. Para proteger a nossa saúde. Para modernizar a economia. Para apostar no futuro. Para estarmos na linha da frente. E não tenhamos dúvidas: um dia destes, as brigadas vêm, com estas regras, fiscalizar e ordenar as nossas casas. Para nosso bem, pois claro.
(1) artigo de opinião de publicado no jornal “Público”

Sharing: CLIMATE CHANGE: US Herded Into Consensus in Bali

CLIMATE CHANGE: US Herded Into Consensus in Bali
By Marwaan Macan-Markar

NUSA DUA, Bali, Indonesia, Dec 15 (IPS) - It was left to India, China, South Africa and Brazil to stand up for the developing world and steer the United States towards the consensus as a major two-week international climate change conference ended here on Saturday.

The final agreement for the ‘Bali Roadmap’ was struck when the head of the U.S. government delegation, Paula Dobriansky, conceded ground to insightful and, at times, emotional appeals by countries from the Group of 77 and China. ‘’We will go forward and join the consensus,’’ said Dobriansky, under secretary of state for democracy and global affairs, to loud applause.

The deep frustration shared by the members of G-77, a 130-member bloc of developing countries spanning Africa, Asia and Latin America, to U.S. objections to language in the final text of the roadmap was best echoed by the delegate from Papua New Guinea. ‘’If you cannot lead, leave it to the rest of us. Please get out of the way,’’ a visibly angry Kevin Conrad told U.S. officials to cheers from other delegates.
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